Os devaneios, sonhos, rotinas e alucinações de uma mulher comum que de comum não tem nada. Não será esta a melhor descrição para qualquer mulher... mas que sei eu... sou só uma tola...

05
Set 13

Não lido nada bem com a arrogância e a soberba, o meu limitado cérebro não consegue compreender porque determinadas pessoas se julgam superiores a alguém ou acham que podem tratar alguém como se fosse nada.

Na minha experiência tenho vindo a aperceber-me que as pessoas arrogantes e soberbas, muitas vezes, escondem algo. Por vezes escondem uma insegurança atroz por trás de uma imagem demasiado confiante, outras vezes escondem uma capacidade limitada ou mesmo burrice pura, mas acima de tudo, não podem ser pessoas de bem consigo mesmas porque quando estamos bem connosco… estamos bem com os outros.

Seja como for, estas ditas pessoinhas sentem, por diversas vezes, necessidade de espezinhar os outros para conseguirem colmatar as suas falhas e inseguranças prejudicando, desta forma, outro ser humano que nada fez para ser vítima deste “handicap” pessoal.

Infelizmente, nos últimos tempos tenho sido “vítima” da soberba e arrogância de outros e muito sinceramente… não tenho paciência. Neste caso em particular nem sequer é para esconder algo, é mesmo porque esta gentinha se considera melhor do que eu.

Será que as pessoas não compreendem que ninguém é melhor do que ninguém? Que ter estudos, dinheiro, beleza, “savoir-faire” ou qualquer outra característica dita positiva não confere nenhum super-poder que os torna seres superiores? Falando “portuguesmente” fico “podre”, desperta em mim sentimentos menos bons e que roçam mesmo a violência. Acho que estes espécimes merecem uma lição de humildade. Humildade esta que cabe em todas as casas e não fica mal a ninguém.

Ggggrrrrrrr, detesto sentir-me assim e só me apetece abanar estas pessoas para que compreendam que não ganham nada com isso, só têm a perder, só fecham portas, corações e sorrisos e a vida é tão mais bela quando somos humildes o suficiente para saber que temos algo a aprender com toda gente… seja a Maria padeira ou o Zé electricista.

É preciso é estar atento, ver e ouvir os outros sem preconceitos, sem falsos julgamentos e inseguranças e, acima de tudo, ouvirmo-nos… porque só quando aprendemos a nos ouvirmos a nós mesmos é que estamos preparados para ouvir os outros de cabeça clara e olhar límpido.

 

Por isso meus caros, aqui vai o conselho de uma tola… acordem para a vidinha que ninguém é mais do que ninguém…

publicado por Nessie às 12:25
sinto-me: Grrrrrrrrrr....
música: Sunday bloody sunday - U2

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